sexta-feira, 25 de julho de 2014


O brincar em cada fase da infância



Este tema é tão importante que procuramos abordá-lo sempre que possível. Para você, educador ou cuidador, ele é essencial, porque traz informações que subsidiam o seu trabalho e o ajudam a orientar os pais.

A revista Crescer trouxe o tema do brincar em uma de suas últimas publicações. Nós sempre falamos dele, porque é pela brincadeira que a criança se apropria do mundo e de si mesma. Por isso, outros posts valem a sua leitura para ampliar as informações. É o caso dos textos “O brincar dos pequenos: dicas importantes” , “Como conduzir o brincar de suas crianças?” e “Quais brinquedos são os mais indicados à criança pequena?”.

Neste post, adaptamos dicas da matéria da Crescer de como estimular a criança pequena em cada etapa da primeira infância pelo brincar. Confira:

Até três meses – é nesse período que a criança vai aprender a sustentar a cabeça. Ajude a fortalecer os músculos do pescoço. Braços e pernas ainda ficam muito flexionados, como no útero. A dica é estendê-los suavemente para alongá-los. Coloque o bebê de bruços sobre uma superfície segura e chame sua atenção com um objeto sonoro para que levante a cabeça. Bata palmas a distância para que ele tente localizar de onde vem o som, virando a cabeça.

Três a seis meses- o tronco já está começando a se firmar. Coloque a criança sentada no colo ou na cama, com um apoio nas costas. Isso a ajudará a desenvolver essa musculatura. Deite o bebê de barriga para cima e cruze suas pernas, incentivando-o a rolar sobre si mesmo. Coloque-o de bruços em uma superfície segura e espalhe objetos com diferentes texturas para que ele possa explorá-los usando o tato.

Seis aos nove meses – as mãos estão mais fortes e a criança consegue segurar objetos grandes. Estimule a transferi-los de uma mão para a outra. Escolha brinquedos grandes, macios, não cortantes, laváveis e que não soltem pedaços, porque a criança tende a levar tudo à boca. Alguns bebês já começam a ficar de pé nessa fase. Coloque a criança no chão, dando espaço para que possa se arrastar e engatinhar. Distribua objetos a certa distância, incentivando o bebê a engatinhar até eles.

Nove meses a um ano – a criança começa a pegar objetos com os dedos polegar e indicador. Ofereça tampinhas ou bolas de papel para aprimorar esse movimento, sempre sob sua supervisão, evitando que ela coloque esses objetos na boca. Bata palmas, dê tchau, mande beijo para que o bebê imite você.

Um ano a um ano e seis meses – a criança já consegue andar sozinha. Ajude a trabalhar o equilíbrio oferecendo brinquedos que possam ser puxados ou empurrados. Ela também já pode utilizar papel e giz de cera grosso atóxico. Estimule a fazer rabiscos na folha para trabalhar a coordenação motora. Ofereça caixas de diferentes tamanhos e peça que coloque uma dentro da outra, para desenvolver a compreensão.

Um ano e seis meses a dois anos – permita que a criança folheie revistas velhas, rasgue-as e amasse as páginas, para estimular a coordenação motora. Fale os nomes das partes do corpo e peça que vá apontando, uma por uma, para despertar a consciência corporal e treinar o controle do indicador estendido quando os outros dedos estão abaixados. Estimule a chutar e fazer gol para trabalhar a agilidade das pernas.

Dois a três anos – brincadeiras como pega-pega, dar pulos e ficar apoiado em um pé só ajudam a desenvolver o equilíbrio. Para promover o senso de direção e fortalecer a musculatura das pernas, outra boa opção é pedalar o triciclo. Estimule brincadeiras com argila, massa de modelar e tinta guache, que ajudam a controlar a força na ponta dos dedos e o movimento do punho e das mãos.

Três a quatro anos – empilhar de seis a oito objetos estimula o controle neuromotor. Também desafie a criança a desenhar formas geométricas, começando pelo círculo, praticando a coordenação motora fina, responsável pelos movimentos mais delicados e precisos do corpo.

Quatro a cinco anos – a criança já tem habilidade e firmeza para segurar o lápis e desenhar partes do corpo humano (cabeça, tronco e pernas). Crie desafios como andar nas pontas dos pés e imitar animais utilizando todo o corpo: rastejando, se for uma cobra; saltando agachado, se for um sapo.

Cinco a seis anos – os reflexos estão mais rápidos e permitem à criança defender ou agarrar a bola com as duas mãos. Chute a gol e queimada são duas brincadeiras interessantes para essa fase. Aproveite para treinar noções como direita e esquerda, que a criança já entende.

Fonte: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal



terça-feira, 13 de maio de 2014

Orientações didáticas: Planejando uma Roda de Leitura



O que o professor precisa saber e fazer para ler para crianças pequenas?

Ler é diferente de contar histórias para as crianças, porém ambas experiências são muito importantes para os pequenos.
Além disso, quem lê para uma criança não lhe transmite apenas o conteúdo da história; promovendo seu encontro com a leitura, possibilita-lhe adquirir um modelo de leitor e desenvolve nela o prazer de ler e o sentido de valor pelo livro.

Orientações para planejar uma boa situação de leitura:

1.    Antes de mais nada, acredite que as crianças aprendem e se desenvolvem com essa situações. 

As experiências de leitura pelo professor possibilita às crianças, uma oportunidade para a ampliar seu repertório e conhecer muitas histórias, contos e textos diversos, além da aprendizagem de comportamentos leitores permitindo que elas construam uma rede de significados que  as auxiliará a compreender melhor as estruturas da leitura e da escrita.


2.    Observe as relações que as crianças estabelecem com o livro e a leitura mesmo muito antes de saberem ler.

Há muitas coisas que as crianças podem aprender sobre a leitura mesmo antes de saber ler:
Que nos livros tem histórias
Que é preciso virar as pagina do livro para ler as partes da história  e que existe um sentido correto para se virar paginas e ler.
Que a história não está só nas figuras, mas numa porção de “risquinhos” que aparecem no papel, por isso é possível  ler mesmo as histórias que não tem figura.
Que quando a gente conta a história pode mudar as palavras mas que quando se lê é sempre igualzinho.
Que a linguagem que usamos para escrever/ ler é diferente da que usamos para falar e é possível perceber as crianças apropriando-se  discursivamente das estruturas convencionais da linguagem escrita tal qual elas aparecem nos diferentes textos (“era uma vez” ,”levou-a ao jardim”) mesmo sem nunca tê-los lido convencionalmente, mas com uma intimidade que só é possível a quem é oportunizado este contato através de leituras constantes e do uso social da leitura e escrita.

3 Goste do que vai ler

Encantar-se para encantar as crianças pois que a condição básica para formação de um leitor é o prazer pela leitura.  
4 Crie situações diárias de leitura com e para as crianças 

A regularidade é importante e fundamental na construção de uma familiaridade necessária para a construção do hábito e a apropriação das convenções da língua escrita 


5. Organize esse momento da rotina planejando com intencionalidade

Pensar em um espaço acolhedor para as crianças que pode ser na própria sala num canto da sala, num tapete, ou embaixo de uma árvore . Organizá-los de forma que todos possam visualizar o professor.

È importante cuidar também para que esses momentos não sofram interrupções ( Ex:deixar avisado na porta da sala que é hora da leitura)


6. Escolha o livro antes, considerando os critérios adequados a sua intenção e as características, possibilidades e potencialidades seu grupo de crianças

Ajustar sua escolha a sua intencionalidade, cuidando para que esses critérios considerem principalmente a qualidade das obras escolhidas.

6. Conheça muito bem o texto,

 Ensaiar antes a leitura para evitar “tropeços”, utilizar a voz de forma clara e ler com boa entonação e interpretação, dando  vida a história.


Durante a leitura ele deve demonstrar atitude cuidadosa de quem lê para o outro e é referência de leitor: preocupando-se com a entonação , mostrando-se interessado, surpreso, emocionado. Também deve manter-se fiel ao texto, explicitando a diferença entre ler e contar histórias. (OCs)

7. Converse com as crianças antes e depois dos momentos de leitura

 Mostrar o livro, falar da história que será lida e porque a escolheu, citar o nome de quem escreveu/ ilustrou, explorar a capa e o título (ou até mesmo as imagens), ler na contra capa o resumo /sinopse do livro para que as crianças possam antecipar idéias sobre a história que será lida.

8. Considere a relevância de se mostrar ou não as imagens no corpo do texto

Algumas obras pedem a leitura conjunta do texto e da imagem  pois que se complementam, porém, muitas vezes  a preocupação em parar e mostrar as imagens compromete a cadência da leitura. Pensar em formas diferentes de se organizar as crianças ( atrás do leitor de frente para o livro) ou a posição do livro ( no chão no centro da roda por ex.) ou ainda considerar a organização de leitura em grupos menores pode fazer parte do planejamento do professor dependendo da sua intencionalidade. Assim como explorar antes as imagens com as crianças ou ainda combinar que elas irão imaginar as cenas da história. 

9. Respeite o texto sem simplificá-lo ou mudar as palavras ou pular trechos

Lembrando sempre que o leitor apenas empresta sua voz ao autor e, portanto, não tem permissão para alterá-lo È importante que as crianças ouçam novas.expressões e palavras que serão compreendidas dentro do contexto da leitura.  


10. Mantenha uma postura leitora que possa servir como uma referência

È importante que o professor enquanto parceiro cultural seja uma referência de leitor no qual a criança se apóia para construir significados para tanto, durante a leitura ele deve demonstrar atitude cuidadosa de quem lê para o outro se preocupando com sua postura, entonação, mostrando-se interessado e envolvido com o texto.


11. Disponibilize o livro para que o toquem, folheiem, ou até mesmo recontem a história.

Esse é um instante bem interessante para observar as crianças e as relações que estabeleceriam com o livro/ história logo depois da leitura oportunizada pelo educador.

12. Converse sobre a história

Abrir espaços para que falem sobre a leitura/ história Perguntando e (...) opinando sobre o que leu, colocando seus pontos de vista e ajudar as crianças a comentar a leitura, colaborando assim com a construção coletiva de sentidos para o texto. (OCs)


13. Oportunize que as crianças escolham outros livros para que sejam fossem lidos 
 Converse com as crianças sobre outros livros e histórias. Oportunize que elas possam escolhê-los para as novas leituras. escolher uma história ou um livro também é um procedimento leitor

14. Garanta o acesso das crianças aos livros
As crianças devem ter contato direto com os livros para folheá-los e explorá-los por conta própria, por isso é importante que o professor organize um canto permanente de leitura na sala  onde elas possam ter livre acesso aos livros. Esse contato direto com o livro ( ...) possibilita não só a construção de procedimentos de manuseio desses materiais e de hábitos como também lhes permite explorar possibilidades de leitura ainda que elas não saibam ler convencionalmente: as imagens, por exemplo, informam e ajudam a antecipar muito do que será explicitado por meio das palavras.(OCs)



Minha foto
MINI CURRÍCULO Coordenadora Pedagógica da Rede Municipal de São Paulo Graduada pela Universidade Paulista-UNIP, Pós Graduada em Docência do Ensino Superior, Educação Infantil e Gestão escolar - ISE Vera Cruz. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS Formadora da DRE de Itaquera Educação Infantil e Informática educativa Formadora no Ponto de Cultura FAFE-USP (Oficina-Documentação Pedagógica-Tecnologias a Favor da Educação) Formadora no programa ADI Magistério - formação de professores- Fundação Vanzoline Professora de educação infantil e ensino fundamental I e de oficinas de arte no ensino fundamental II- Escola Tecnica Walter Belian

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014




ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL –CRECHE

ESTRUTURA OPERACIONAL

Divisão das turmas
A opção por dividir o atendimento de crianças na creche em berçário e maternal justifica-se na medida em que a criança passa por processos biopsicossociais distintos no período que corresponde dos zero aos dois anos e dos dois aos quatro anos. Assim, o grupamento das crianças dessas faixas etárias poderá efetivar-se conforme a seguir:

Bercário I

No Berçário I serão enturmados  os bebês de zero  a doze/quinze meses, os quais, por sua fragilidade, são incapazes de sobreviver por recursos próprios, situação que deverá ser compensada com uma relação de carinho e atenção da mãe e, no caso da creche, do educador. Isso leva a um atendimento permanente e individualizado por parte do professor que deverá trabalhar com cada bebê, a cada dia, observando suas reações e seus progressos pois,  nessa fase, o desenvolvimento das crianças se dá num ritmo bastante acelerado.

Bercário II

No Berçário II serão agrupados os bebês de doze/quinze meses a dois anos. A criança agora já se movimenta com mais autonomia, fica em pé e, na maioria dos casos, já caminha, deslocando-se pelo espaço físico disponível. Com o movimento tornam-se interessantes apenas os objetos que podem ser carregados de um lado para o outro.
Por volta dos dois anos de idade surge um novo componente – a oralidade. Nessa fase, há necessidade de atenção às reações de cada criança e ao grupo como um todo. As crianças estão na fase egocêntrica e brincam individualmente, mesmo quando estão em grupos; é também nessa fase que acontecem, com freqüência, os atropelos físicos (mordidas, agarrões, empurrões). É no plano das ações que elas começam a perceber o outro, as coisas a sua volta e a necessidade de fazer algumas negociações.

Maternal I

No Maternal I serão enturmadas as crianças de dois a três anos. Elas agora já possuem maior maturidade motora, que lhes permite explorar objetos e tudo o mais que existir ao seu redor; por meio dos jogos simbólicos do faz-de-conta, aceleram o desenvolvimento da linguagem e da representação. As crianças dessa idade, que já andam e se movimentam livremente, são capazes de extraordinárias observações sobre o que ocorre à sua volta, procurando muitas vezes infatigavelmente suas causas; costumam fazer relações entre as concepções que têm do mundo exterior e as imagens do próprio corpo. Nessa fase, a criança ainda tem dificuldade em repartir seus brinquedos. O trabalho em grupo, ainda que com pouca duração, ajudar-lhes-á a sair do egocentrismo.

Maternal II

No Maternal II serão enturmadas as crianças com três anos de idade que estão em franca expansão do ponto de vista físico, emocional e cognitivo. Usufruindo das conquistas realizadas, essas crianças encontram-se necessitadas de novos e mais complexos desafios.
É preciso estar atento a suas falas, a seus gestos, a suas escolhas e atitudes e a produções diversas, para que se possa identificar desejos, necessidades e desafios que estejam demandando. Ela está ficando mais sociável e esporadicamente consegue ser cooperativa no grupo de convívio. Sua oralidade está se desenvolvendo bastante e ela se interessa cada vez mais pelas histórias contadas e/ou representadas, interagindo, literalmente “fisicamente e oralmente” com o conhecimento.
Aqui ocorre o desenvolvimento das crianças nos momentos de rotina: sono, higiene e alimentação. É a hora de encorajá-las a fazer escolhas de alimentos, roupas e brinquedos, a ir sozinhas ao banheiro, a comer sozinhas, a arrumar seus pertences etc.

Ana Paula Alves dos Santos. Psicóloga, formada Pela Universidade Estadual Paulista de Bauru e Especialista em Psicologia do Desenvolvimento e Processos de Ensino-Aprendizagem pela mesma instiuição.Professora de Ensino Infantil e de Ensino Especial na Prefeitura Municipal de Bauru. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014


Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem aprender brincando livremente, longe das telas. É o que a Academia Americana de Pediatria recomenda




Divulgada nesta terça-feira a nova recomendação da Academia Americana de Pediatria (AAP) para que crianças abaixo de 2 anos de idade não fiquem diante de telas de TVs, tablets, celulares, computadores, etc. Para compreender melhor o mundo, elas precisam aprender brincando livremente, interagindo com outras pessoas ou se divertindo sozinhas.
A tentação para entreter bebês e crianças em mídias eletrônicas é cada vez mais presente, com telas cercando todos os cômodos da casa, carro, lojas, etc. As novas recomendações da Academia Americana de Pediatria diz que há melhores maneiras de ajudar as crianças a se desenvolverem nesta idade crítica do desenvolvimento infantil. Em uma pesquisa recente, 90% dos pais disseram que crianças abaixo de 2 anos utilizam alguma forma de mídia eletrônica. Em média, assistem a uma ou duas horas de TV por dia. Na idade de 3 anos, quase um terço das crianças têm uma TV em seu quarto de dormir. Os pais que acreditam que programas educativos na TV “são muito importantes” para o desenvolvimento têm duas vezes mais chance de ligar o aparelho durante a maioria do tempo todos os dias.
A diretiva da AAP “Media Use by Children Younger Than Two Years” foi divulgada nesta terça, 18 de outubro de 2011, no AAP National Conference & Exhibition, em Boston, e será publicada pelo periódico Pediatrics em novembro.
A AAP havia divulgado, em 1999, uma orientação que dizia que crianças até 2 anos de idade não deveriam assistir TV. Na época, existiam dados limitados sobre o assunto, mas a AAP acreditava que havia mais efeitos potencialmente negativos do que positivos da exposição à mídia eletrônica nesta faixa etária. Dados mais recentes confirmam esta possibilidade e a AAP manteve a recomendação para manter as crianças com idade inferior a 2 anos longe das telas o maior tempo possível.
Hoje se conhece melhor o desenvolvimento do cérebro das crianças neste estágio precoce da vida, as melhores maneiras de ajudá-los a aprender e os efeitos que os vários tipos de estimulação e atividades têm sobre esse processo.
"As preocupações levantadas na diretiva da AAP são ainda mais relevantes agora, o que levou a desenvolver uma orientação mais abrangente em torno dessa faixa etária", disse o Dr. Brown, membro do AAP Council on Communications and Media.
O relatório se propôs a responder duas perguntas:
  1. Vídeos e programas de televisão têm algum valor educativo para crianças menores de 2 anos?
  2. Existe algum prejuízo para as crianças desta idade que assistem a esses programas?
Muitos programas em vídeos para bebês e crianças são comercializados como sendo “educativos”, mas não há evidências que suportam esta afirmação. Programas de qualidade são educativos para crianças apenas quando elas compreendem o contexto e o conteúdo do vídeo exibido. Os estudos mostram que crianças acima de 2 anos são capazes de ter esta compreensão.
Tempo de brincadeira livre, sem regras ou planos estruturados, são mais valiosos para o desenvolvimento cerebral do que o uso da mídia eletrônica. As crianças aprendem a pensar com criatividade, resolver problemas, desenvolver suas habilidades de raciocínio e de motricidade em idades precoces através de brincadeiras não estruturadas e desconectadas. O tempo de brincadeira livre também as ensina como se entreter sozinhas.
Crianças pequenas aprendem melhor com a interação com outras pessoas e não com as telas. Elas têm necessidade de interagir com outros seres humanos.
Qualquer efeito positivo da televisão para bebês e crianças ainda está em questão, mas os benefícios da interação entre pais e filhos já estão provados. Abaixo de dois anos, conversar, cantar, ler, ouvir músicas ou brincar livremente são muito mais importantes para o desenvolvimento infantil do que qualquer programa de televisão.
Os pais que assistem aos vídeos com seus filhos podem colaborar para melhorar a compreensão das crianças, mas elas aprendem mais quando assistem apresentações ao vivo (como teatros) do que em programas televisionados.
Quando os pais estão assistindo seus próprios programas no mesmo ambiente das crianças, a chamada “mídia de fundo” pode distrair e diminuir a interação dos pais com a criança. Esta presença pode interferir no aprendizado de jogos e outras atividades.
Ver televisão na cama pode levar a maus hábitos de sono e horários irregulares, o que pode afetar o humor, o comportamento e o aprendizado dos pequenos.
Crianças jovens com excesso de exposição à mídia eletrônica podem correr o risco de atrasos no desenvolvimento da linguagem quando entram na escola. No entanto, mais pesquisas são necessárias para entender as razões desses atrasos.
O relatório recomenda que os pais ou pessoas que cuidam de crianças:
  • Estabeleçam limites de tempo para a exposição a mídias eletrônicas para crianças com menos de dois anos de idade, tendo em mente que a AAP desencoraja o uso deste tipo de atividade para esta faixa etária. Os pais que optarem pelo uso deste tipo de distração para seus filhos, devem ter uma estratégia de gerenciamento de tal atividade.
  • Ao invés de telas, optem por brincadeiras livres supervisionadas para bebês e crianças jovens durante o tempo em que os pais não podem se sentar para participar ativamente das brincadeiras. Por exemplo, ofereçam blocos de montar e coloque-os no chão nas proximidades para que as crianças brinquem, enquanto os pais realizam tarefas domésticas, etc.
  • Evitem colocar televisão no quarto de dormir da criança.
  • Reconheçam que a utilização de mídia eletrônica pelos pais pode ter efeitos negativos nas crianças.
O relatório também recomenda mais pesquisas sobre os efeitos em longo prazo da exposição precoce à mídia eletrônica na saúde física, mental e social futura das crianças.
De acordo com o Dr. Brown, “o melhor a fazer para as crianças jovens é lhes dar a chance de brincar livremente, com os pais ou sozinhas. As crianças precisam disso para entender como o mundo funciona.”
NEWS.MED.BR, 2011. Bebês e crianças abaixo de 2 anos devem aprender brincando livremente, longe das telas. É o que a Academia Americana de Pediatria recomenda. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/saude/243945/bebes-e-criancas-abaixo-de-2-anos-devem-aprender-brincando-livremente-longe-das-telas-e-o-que-a-academia-americana-de-pediatria-recomenda.htm>. Acesso em: 14 fev. 2014.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014




SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES NA CRECHE

Receber as crianças com afetuosidade; conversar com os pais; guardar a mochila; distribuir alguns brinquedos.
Lavar as mãos das crianças e levá-las de mãos dadas ao refeitório.
Café da Manhã: rezar com as crianças a oração do “Pai Nosso”; servir as crianças com carinho; ajudá-las na alimentação; conversar com a criança; respeitar as preferências da criança; incentivá-las na alimentação, sem forçar.
Lavar as mãos e a boca da criança. Em roda, fazer a chamada oral; cantar e iniciar a Roda de Conversa entre crianças e educadores.
Troca e Banho: iniciar a troca e o banho; realizar a atividade dirigida do dia; banho de sol; as atividades da sala de atividades e da sala de leitura devem ser combinadas com as crianças (aonde vamos?, como vamos? o que vamos fazer; o que tem lá, etc).
Oferecer atividades espontâneas com peças de encaixe, brinquedos, sucatas etc; considerando que brincar é a atividade preferida das crianças, o seu modo de aprender, desenvolver e ser feliz; a criança brinca naturalmente, com brinquedos ou através da imaginação e fantasia.
Preparar para o almoço: Informar o que as crianças vão comer; cantar uma canção alusiva; lavar as mãos da criança; combinar com as crianças a forma de se dirigir ao refeitório.
Almoço: acomodar as crianças nos bancos, com segurança; organizar os alimentos no prato; picar alimentos muito grandes; incentivar a alimentação; nomear os alimentos; oferecer todos os alimentos do cardápio, mesmo que a criança demonstre as suas preferências; valorizar a aceitação do alimento pela criança; não comentar que a criança não gosta de...; não censurar as recusas dizendo que: “vai ficar fraca, vai ficar doente”; ter paciência com ritmo da criança, não apressá-la; não demonstrar angústia, pressa, medo, nervosismo e excitação; se tiver que chamar a atenção, fazê-lo perto da criança, em tom baixo, com firmeza e carinho;
Lavar as mãos e fazer a higiene bucal.
Hora do sono (crianças do período integral). Fazer carinho, acariciar os cabelos, deitar ao lado da criança, não forçar o sono.
Saída das crianças do período da manhã.
Recepção das crianças do período da tarde. De forma afetuosa, trocar informações com os pais.
Acordar as crianças; levá-las ao banheiro; fazer a higiene das mãos e do rosto; levá-las ao refeitório. Prepará-las para o lanche da tarde. Conduzir as crianças de mãos dadas ao refeitório.
Servir o lanche da tarde. Incentivar e auxiliar as crianças na alimentação.
Higiene das mãos e da boca: fazer a higiene das crianças.
Troca e banho: Iniciar a troca e o banho.
Atividades Dirigidas: Com as crianças em roda, conversar e combinar as atividades do período da tarde.
Preparação para o Jantar: lavar as mãos e o rosto das crianças; levá-las de mãos dadas ao Refeitório.
Fazer a higiene bucal.
Roda de História: contar uma história para as crianças; oferecer atividades espontâneas com peças de encaixe, brinquedos etc.
Iniciar a entrega das crianças aos pais; organizar os materiais das crianças: roupa, livro de recados, remédios, mochila. Deixar as crianças em roda, em cantos, sob a orientação de um professor, enquanto o outro faz a entrega das crianças.
Encerramento do dia.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014




ADAPTAÇÃO NA ESCOLA (PAIS, CRIANÇAS E PROFESSORES)
Escola: lugar de fazer amizades e aprender.



Adaptar na creche é acolher, aconchegar, amparar, oferecer bem-estar, conforto físico e emocional.


ORGANIZAÇÃO DO BERÇÁRIO
            Organizar a sala em cantinhos, contendo colchões para o sono e repouso das crianças, almofadas e livros para as rodas de conversa e histórias, brinquedos e peças de encaixe para os momentos espontâneos, com o objetivo de facilitar interações e experiências de aprendizagem.



AÇÕES PARA A RECEPÇÃO DOS PAIS E CRIANÇAS
Receber os pais, transmitindo-lhes segurança e tranqüilidade, perguntando como está o bebê, se há uma recomendação especial, se a criança se alimentou em casa ou sobre medicamentos.
Receber o bebê em contato físico afetuoso, conversando, brincando, chamando-o pelo nome, para garantir um vínculo afetivo que transmita segurança para a criança.
Oferecer atenção especial para a criança que chega chorando e não quer ficar na escola. Chamar um amiguinho para ficar perto, propor uma brincadeira, pegar no colo, sentar próximo da criança.    
Colocar músicas infantis em volume baixo para recepcionar as crianças.
Possibilitar livre acesso de pais e mães para que possam conhecer e ganhar confiança na escola.
Ter cuidado no que contar da criança aos pais, para não preocupá-los demasiadamente.
Permitir a presença da mãe e/ou do pai nos primeiros dias da criança na escola.
Reconhecer as dificuldades enfrentadas pelos pais e educadores no período de adaptação da criança na escola.
Flexibilizar a rotina e os horários.
Aumentar gradativamente o período de permanência da criança na escola, levando em consideração a aceitação de cada criança
Permitir que a criança traga um objeto querido de casa para ajudá-la na adaptação: uma boneca, um carrinho, um brinquedo, uma chupeta, um travesseiro, um “cheirinho” etc.
Compreender as reações emocionais típicas dos pais neste período, como angústia, insegurança, desconfiança, evitando sentimentos de raiva, pena, desprezo e rivalidade.
Reconhecer que uma conversa aberta e franca com os pais é o melhor caminho para superar as dificuldades.
Observar com atenção a reação dos bebês e de seus familiares durante o período de adaptação.
Não deixar a criança insegura, assustada, chorando ou apática, sem atenção e carinho.
Realizar orientações específicas sobre a alimentação de bebês e crianças durante a adaptação.
Observar com atenção a saúde das crianças, alergias, restrições alimentares, aspectos físicos e psicológicos.
Observar as crianças que estão muito quietas ou que choram muito, tem dificuldade na alimentação e sono, conversar com os pais e procurar alternativas para a adaptação.

Considerar que o período de adaptação pode ser longo.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014



                      A avaliação na educação infantil favorece o olhar individual do professor na criança como sujeito de sua história, único e incomparável.

EDUCAÇÃO INFANTIL
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO BERÇÁRIO I
DE 0 A 12 MESES 
ASPECTO
DESCRIÇÃO DAS HABILIDADES
Alimentação
Tem bom apetite.
Aceita ser alimentada.
Aceita alimentação semi-sólida.
Aceita novos sabores e consistências.
Come alimentos sólidos em pedacinhos pequenos.
Consegue beber no copinho.
Demonstra preferência por certos alimentos.
Diverte-se comendo com as mãos.
Aceita colher.
Segura a mamadeira.
Higiene
Demonstra insatisfação quando está suja.
Aceita com tranqüilidade os cuidados da educadora.
Demonstra satisfação na hora do banho.
Associa banheiro a defecção e micção.
Sono
Faz uso de objetos de transição para dormir.
Dorme o necessário para o seu descanso.
Apresenta sono tranqüilo.
O seu despertar é tranqüilo.
Linguagem Oral e Escrita
Balbucia.
Emite sons e realiza movimentos com a boca.
Atende quando chamada pelo nome.
Entende palavras ou ordens simples.
Reconhece e responde aos educadores da sala com sorrisos, brincadeiras e jogos.
Expressa suas necessidades e desejos através de gestos, vocalizações, gritos ou choro.
Compreende palavras e frases vinculadas a situações cotidianas.
Entende o significado do não acompanhado por gestos.
Emite sons vocais contínuos “aaaaa”.
Vocaliza sílabas contínuas: ma-ma, pa-pa, ta-ta, mas continua sem conhecer o seu significado.
Tem um tom distinto de choro para expressar as suas necessidades e para comunicar-se com o adulto.
Relaciona objeto com a sua função (touca – hora de comer).
Movimento
Sustenta a cabeça.
Possui equilíbrio perfeito da cabeça.
Segura os objetos e brinca com eles.
Tem postura simétrica.
Senta-se com apoio.
Senta-se sozinha.
Segura objetos, explora-os visualmente e com a boca.
Tem movimento de pinça.
Rola sobre o próprio corpo.
Senta-se sem apoio com um bom controle do tronco.
Arrasta-se ou engatinha.
Engatinha para subir e descer escadas.
Fica em pé com apoio.
Fica em pé, às vezes, sem apoio.
Acompanha movimentos de objetos e pessoas.
Tenta alcançar objetos fora de seu alcance.
Transfere objetos de uma mão para outra.
Realiza movimentos de bicicleta com as pernas.
Locomove-se de diferentes maneiras: se arrasta, rola, engatinha ou caminha.
Ensaia os primeiros passos apoiando-se nos móveis.
Anda quando seguro pelos dedos.
Pega objetos pequenos usando o polegar e o indicador.
Demonstra preferência por algum brinquedo ou objeto.
Explora de forma voluntária os objetos, integra ação de colocar e tirar, sacode, manipula diferentes objetos.
Utiliza movimentos bimanuais e simétricos.
Tenta pegar todos os objetos que estão ao seu alcance.
Emprega a preensão palmar, ajudando-se com o polegar e o resto dos dedos, pega pequenos objetos de seu interesse. Mantém um objeto em uma mão e simultaneamente é capaz de pegar outro, com a outra mão.
Passa um objeto de uma mão à outra.
Utiliza as mãos para levar o pé à boca.
Leva objetos à boca com freqüência (fase oral).
Tem capacidade de aproximar-se lateralmente até o objeto de seu interesse.
Desenvolveu  a sua tonicidade muscular, o que lhe dá controle sobre os seus movimentos, se inclina para frente  e antepõe as mãos: permanece sentada, inicia o engatinhar arrastando-se para frente e se vira sobre si mesmo quando está deitada.
Na posição ventral se sustenta com a ajuda de uma só mão.
A partir da posição ventral, se levanta apoiando-se em seus braços estendidos, ajudando por seus pulsos, mãos e quadris.
Senta-se por alguns segundos sem apoio, mas de maneira vacilante.
Utiliza a sua mão preferida para atividades de precisão, enquanto a outra serve de auxiliar.
Coloca, tira, insere objetos pequenos com maior precisão.
Locomove-se de diferentes maneiras: se arrasta, rola, engatinha ou caminha?
Domina o engatinhar e as posições sentado e ereto.
Começa a dar os primeiros passos.  Se caminha, fará isso buscando o seu centro de gravidade, o que consegue inclinando o seu corpo para frente, separando as pernas e apoiando toda a planta do pé.
Quando pára ou caminha, o fará por pouco tempo.
Sobe nos móveis.
Amassa papéis.
Rasga papéis.
Música
Localiza lateralmente a fonte sonora.
Localiza os sons acima e abaixo dos ouvidos.
Reage e se volta em direção a música.
Acompanha o som produzido pelo adulto através de observação, imitação ou realização de movimentos próprios.
Interage com jogos verbais e canções, quando está no colo do adulto.
Consegue balançar-se percebendo os ritmos.
Reage aos diferentes sons que os materiais produzem.
Aprecia canções infantis e populares.
Gostar de bater palmas, pés.
Gostar de rodar em círculo.
Formação Pessoal e Social
Sorri e observa atentamente o ambiente.
Sorri espontaneamente.
Demonstra aborrecimento quando contrariada ou insatisfeita.
Reconhece vozes.
Identifica a presença de estranhos.
Tem preferência por alguma educadora.
Atende às solicitações.
Responde ao ser chamado pelo nome.
Busca brincadeiras de afeto.
Imita expressões faciais.
Diferencia intenções na fala dos adultos (tons de voz e expressões).
Reage negativamente a pessoas estranhas.
Apalpa e leva à boca tudo o que estiver ao seu alcance.
Vai adquirindo certas normas sociais. Interiorizou o significado do “não” e detém a sua ação se alguém lhe diz “não mexa”.
Mexe a cabeça em sinal de negação.
Obedece a ordens simples: “Traga o brinquedo, Aponte o papai”.
É capaz de expressar suas emoções com gestos e abraços e ao mesmo tempo demonstrar empatia pelos demais.
Demonstra sentimentos: cólera, mau humor, ciúmes, alegria.
Gosta da companhia de outras crianças.
Chora para pedir o que deseja.
Jogos e Brincadeiras
Bate palmas.
Consegue bater o chocalho.
Participa das atividades ao seu redor.
Aponta objeto para consegui-lo.
Sua atenção alcança os 5 minutos de concentração sobre um objeto ou atividade, por exemplo, em suas mãos ou para explorar um brinquedo.
Consegue apanhar um objeto suspenso ou bola em direção dele.
Gosta de brincar com chocalhos e brinquedos que produzem sons.
Brinca durante alguns minutos com seu brinquedo favorito.
É carinhosa com os brinquedos, abraça-os, beija-os, fala com eles.
Procura objetos escondidos.
Gosta de brincar de esconder e aparecer.
Encaixa e desencaixa objetos.
Enche/esvazia cestos.
Abre e fecha.
É curioso
Artes Visuais
Rabisca com lápis.
Aprecia tintas e cores.
Diverte-se ao deixar marcas de mãos e pés no papel.
Matemática
Procura coisas escondidas (sinal de que desenvolveu a capacidade de permanência de objetos).
Os conceitos de aqui, ali, perto e longe começam a ser interiorizados em associação com a recentemente adquirida capacidade de locomoção.

Natureza e Sociedade
Conhece ao menos um objeto do seu meio e dirige o seu olhar em direção a este quando o nomeiam.
Explora as características dos objetos (balançando, batendo etc) e do ambiente.
Reconhece algumas partes do corpo.
Associa objetos às suas funções.
Imita animais.

EDUCAÇÃO INFANTIL
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO BERÇÁRIO I
DE 1 A 2 ANOS
ASPECTO
DESCRIÇÃO DAS HABILIDADES
Alimentação
Tem bom apetite.
Aceita ser alimentada.
Aceita alimentação semi-sólida.
Alimenta-se sozinha.
Aceita bem a alimentação oferecida.
Aceita colher?
Aceita novos sabores e consistências.
Recusa alimentos que não gosta.
Pede água e alimentos.
Diferencia sabores e gostos.
Higiene
Demonstra insatisfação quando está suja.
Aceita com tranqüilidade os cuidados da educadora.
Demonstra satisfação na hora do banho.
Começa a controlar os esfíncteres.
Escova os dentes com ajuda.
Sabe lavar as mãos.
Conhece os seus materiais de higiene (Shampoo, creme etc).
Sono
Faz uso de objetos de transição para dormir.
Dorme o necessário para o seu descanso.
Apresenta sono tranqüilo.
O seu despertar é tranqüilo.
Linguagem Oral e Escrita
Expressa suas necessidades e desejos através de gestos, vocalizações, gritos ou choro (Ex. quero bola, quero assistir patati patatá ou indica com o dedo o que deseja).
Compreende palavras e frases vinculadas a situações cotidianas.
Fala de coisas ausentes e usa de três a quatro palavras.
Expressa algumas palavras (papai, mamãe).
Responde a perguntas simples.
Fala frases simples.
Nomeia objetos.
Movimento
É ativo e curioso?
Explora de forma voluntária os objetos, integra ação de colocar e tirar, sacode, manipula diferentes objetos.
Anda de mãos dadas ou sozinha.
Agacha-se para pegar um brinquedo.
Escala móveis ou obstáculos.
Senta-se e levanta-se sem auxílio.
Se está em pé ou caminha, poderá fazê-lo com um brinquedo em sua mão.
Consegue abaixar-se e olhar entre as pernas.
Atira, arrasta, descarrega, empurra, puxa e bate.
Vira as páginas de livros e revistas.
Retira e recoloca círculo de um tabuleiro.
Interessa-se por abrir portas.
Salta, galopa, corre, dança.
Arremessa bola.
Consegue pedalar
Música
Reage e se volta em direção a música.
Acompanha o som produzido pelo adulto através de observação, imitação ou realização de movimentos próprios.
Interage com jogos verbais e canções, quando está no colo do adulto.
Produz sons com o próprio corpo, com brinquedos e objetos sonoros.
Consegue balançar-se percebendo os ritmos.
Reage aos diferentes sons que os materiais produzem. Aprecia canções.
Sacode brinquedos sonoros com intenção lúdica.
Formação Pessoal e Social
Expressa sentimentos (ciúmes, simpatia, ansiedade).
Gosta de público quando repete gesto.
Reproduz gestos de adultos e expressa o que quer com gestos.
Reconhece alguns companheiros da sala.
Reconhece e responde aos educadores da sala com sorrisos, brincadeiras e jogos.
Interage com os funcionários.
Atende às solicitações.
Responde ao ser chamado pelo nome.
Busca brincadeiras de afeto.
Antecipa algumas situações cotidianas frente à presença de objetos, gestos e sons.
Diferencia intenções na fala dos adultos (tons de voz e expressões).
Compreende ordens simples.
Entrega um objeto sob ordem ou gesto.
Demonstra claramente o que quer e o que não quer.
Chora e grita quando lhe tiram objetos.
Realiza atitudes planejadas (ex.: pegar um objeto que faz barulho e balançar).
Reconhece seus pertences.
Relaciona objetos e suas utilidades.
Começa a vestir-se sozinha.
Entende quando é para guardar um brinquedo.
Escolhe as roupas que deseja vestir.
Jogos e Brincadeiras
Demonstra preferência por algum brinquedo ou objeto.
Gosta de brinquedos que produzem músicas ou sons diferentes.
Canta e imita sons.
Brinca com dois ou três companheiros sem intenção.
Coloca e retira objetos de outros.
Revela grande interesse por brinquedos de puxar, empurrar e arrastar.
Gosta de encaixar peças.
Gosta de brincadeiras de por e tirar.
Empilha objetos.
Enche/esvazia objetos.
Abre e fecha (rosqueia).
Gosta de brincar com bola.
Imita os animais.
Brinca de faz-de-conta (brinca de casinha, faz comidinha).
Gosta de brincar com fantoches.



Artes Visuais
Segura o lápis fazendo traços.
Faz figuras abertas, garatujas desordenadas.
Gosta de tinta, massa de modelar.
Cola papéis.
Recorta papéis com as mãos.
Matemática
Constrói torres de 3 a 6 blocos.
Relaciona as horas e acontecimentos (lavar as mãos, comer, dormir).
Reconhece formas geométricas.
Conta oralmente até 10, com ajuda.
Reconhece as cores primárias.
Apresenta noções de noite/dia, chuva/sol.
Sabe diferenciar tamanho menor e maior.
Apresenta noção de distância (aqui/ali, perto/longe).
Apresenta noção de espaço (dentro/fora).
Natureza e Sociedade
Reconhece-se em fotografias , apontando-se?
Aponta partes do próprio corpo (nariz, olhos, cabelo)?
Gosta de animais.
Identifica insetos.
Reconhece frutas.


 EDUCAÇÃO INFANTIL
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO MATERNAL I
DE 2 A 3 ANOS
ASPECTO
DESCRIÇÃO DAS HABILIDADES
Alimentação
Tem bom apetite.
Alimenta-se sozinha.
Sabe utilizar utensílios de mesa.
Aceita novos alimentos e sabores.
Envolve-se e demonstra satisfação no momento da alimentação.
Recusa alimentos que não gosta.
Pede água e alimentos.
Diferencia sabores e gostos.
Higiene
Comunica quando está suja ou molhada.
Controla os esfíncteres, deixando as fraldas.
Usa o vaso sanitário.
Demonstra satisfação na hora do banho.
Colabora quando é vestida e trocada. Consegue tirar sozinha os sapatos e algumas peças de roupa.
Veste-se com ajuda.
Começa a calçar os sapatos.
Envolve-se e demonstra satisfação na escovação dos dentes.
Consegue lavar as mãos e o rosto.
Sabe pentear-se.
Tira algumas peças de roupa.
Sono
Faz uso de objetos de transição para dormir.
Adormece sozinha.
Adormece com ajuda.
Dorme o necessário para o seu descanso. Apresenta sono tranqüilo.
O seu despertar é tranqüilo.
Linguagem Oral e Escrita
Nomeia objetos que lhe são mostrados.
Expressa suas necessidades e desejos com palavras.
Compreende linguagem vinculada a situações cotidianas.
Diferencia intenções na fala dos adultos (tons de voz e expressões).
Imita atos de leitura.
Procura pelo canto de leitura.
Lê livros (leitura de imagens).
Aprecia contos e jogos verbais.
Estabelece diálogo durante suas brincadeiras e outras atividades.
Amplia seu vocabulário a partir da incorporação de termos advindos de experiências na sala de aula, por exemplo: nome de cores, sabores, tamanhos, texturas, alimentos, animais.
É capaz de responder perguntas.
Solicita ajuda verbalmente, quando necessita.
Explica coisas aos adultos e às crianças da sala.
Permanece por mais tempo no canto de leitura.
Participa da escuta de textos literários, demonstrando mais interesse.
Realiza comentários a respeito de suas explorações, por exemplo: pergunta o que é isto, antecipa e fala resultados.
Identifica o seu nome associado ao símbolo.
Identifica o nome dos colegas associados aos símbolos.
Movimento
Caminha com segurança. Levanta-se sozinho.
Diverte-se com atividades de movimento.
 É capaz de trepar e escorregar.
Sobe e desce degraus.
Explora de forma voluntária os objetos, integra ação de colocar e tirar, sacode, manipula diferentes objetos.
Demonstra agilidade em seus movimentos.
Percebe distintas ações, combina e inventa outras com os objetos, para um determinado fim.
Avança em atividades de experimentação, encaixa, enrosca, abre peças, empilha, atravessa, enfia.
 Seus movimentos avançam em segurança e agilidade.
Sobe e desce degraus.
Abre e fecha zíper.
Amarra.
Calça sapato.
Música
Reconhece as canções trabalhadas e participa com mímicas e movimentos.
Acompanha o som produzido pelo adulto através de observação, imitação ou realização de movimentos próprios.
Segue o ritmo que escuta.
Produz sons com o próprio corpo, com brinquedos e objetos sonoros.
Alia gestos às músicas.
Reage aos diferentes sons que os materiais produzem.
Interessa-se pelos sons e pela repetição.
Presta atenção à música por 5 a 10 minutos.
Formação Pessoal e Social
Atende às solicitações.
Responde ao ser chamado pelo nome.
Mostra-se confiante, segura e interessada frente à proposta de experimentação.
Busca brincadeiras de afeto?
Antecipa algumas situações cotidianas frente à presença de objetos, gestos e sons.
Reconhece os companheiros da sala. Chama-os pelo nome.
Manifesta interesse e iniciativa para comunicar-se com outras pessoas.
Ajuda nas tarefas do adulto.
Interage com as pessoas em situações variadas.
Faz uma escolha quando lhe pedem.
Nomeia ou aponta sua imagem em uma fotografia.
Coopera com pedidos algumas vezes.
É egocêntrica, pode bater no colega e lhe tirar o brinquedo.
Percebe que agressões provocam dor no colega.
Cumprimenta os amigos.
Cumprimenta outras pessoas.
Ajuda os amigos.
Pede ajuda. Interage com outras crianças e adultos.
Colabora nas tarefas de pequenas responsabilidades, como guardar brinquedos e organizar a sala.
Jogos e Brincadeiras
Demonstra preferência por jogos e brincadeiras.
Faz uso funcional de objetos em suas brincadeiras: dá comida para boneca, usa chapéu, usa pente e outros.
É persistente em seus jogos e brincadeiras.
Tem iniciativa para brincar.
Imita sons no desenvolvimento de seus jogos e brincadeiras.
Interage com o educador e companheiros nos jogos e brincadeiras.
Observa e imita crianças e adultos. Explora e brinca com o seu corpo.
Começa a partilhar os materiais e brinquedos.
Elege companheiros para os seus jogos e brincadeiras.
Demonstra interesse em aprender novos jogos.
Inclui novos objetos em suas brincadeiras.
Aumenta cada vez mais seu tempo de participação e concentração nos jogos e brincadeiras.
Brinca espontaneamente nos cantinhos de jogos simbólicos.
Participa de jogos dirigidos.
Brinca de por e tirar, unir e separar, de montar, desmontar, empilhar, derrubar.
Fica muito tempo com uma mesma atividade.
Fala sozinha, com amigos imaginários.
Possui forte sentimento de posse em relação aos brinquedos.
Guarda os brinquedos nos devidos lugares.
Brinca espontaneamente de casinha, loja, escolinha etc. (jogo simbólico)
Artes Visuais
Aceita experimentar e explorar diferentes meios e suportes.
É capaz de usar, durante pequenos movimentos, os materiais propostos.
Agrada-lhe deixar marcas no papel.
Aceita manusear tintas com diferentes consistências, massinha,...
Assiste a desenho por período curto de tempo.
Gosta de usar lápis e fazer traçados.
Nomeia uma imagem.
Matemática
Estabelece relação entre alguma característica do objeto e ações que pode realizar.
Elege um tipo de material em função do que deseja construir.
Identifica algumas posições dos objetos no espaço.
Identifica semelhanças e diferenças entre os objetos.
Inclui números em suas brincadeiras cotidianas.
Aponta a pedido grande e pequeno.
Compreende em cima de, embaixo de, dentro.
Constrói torres de 6 a 8 blocos.
Apresenta noção de agora, espere.
Monta quebra-cabeça de 2 partes simples.
Conta oralmente de 0 até 10.
Identifica figuras simples.
Reconhece algumas cores.
Lembra o lugar onde deixou certo objeto.
Repete alguns algarismos.
Entende noções: dentro/fora, em cima/embaixo, perto/longe.
Natureza e Sociedade
Imita animais?
Nomeia objetos pelo uso?
Sabe usar água sem desperdício.
Indica as partes do corpo.

EDUCAÇÃO INFANTIL
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO MATERNAL II
DE 3 A 4 ANOS
ASPECTO
DESCRIÇÃO DAS HABILIDADES
Alimentação
Tem bom apetite.
Sabe utilizar utensílios de mesa.
Aceita novos alimentos e sabores.
Envolve-se e demonstra satisfação no momento da alimentação.
Recusa alimentos que não gosta.
Pede água e alimentos.
Diferencia sabores e gostos.
Higiene
Controla os esfíncteres.
Pede para ir ao banheiro.
Usa o vaso sanitário?
Demonstra satisfação na hora do banho.
Colabora quando é vestida e trocada. Consegue tirar sozinha os sapatos e algumas peças de roupa.
Calça os  sapatos.
Envolve-se e demonstra satisfação na escovação dos dentes.
Consegue lavar as mãos e o rosto.
Sono
Faz uso de objetos de transição para dormir.
Adormece sozinha.
Adormece com ajuda.
Dorme o necessário para o seu descanso. Apresenta sono tranqüilo.
O seu despertar é tranqüilo.
Linguagem Oral e Escrita
Nomeia objetos que lhe são mostrados.
Expressa suas necessidades e desejos com palavras.
Compreende linguagem vinculada a situações cotidianas.
Imita atos de leitura.
Aprecia contos e jogos verbais.
Estabelece diálogo durante suas brincadeiras e outras atividades.
Amplia seu vocabulário a partir da incorporação de termos advindos de experiências na sala de aula, por exemplo: nome de cores, sabores, tamanhos, texturas, alimentos, animais.
É capaz de responder perguntas.
Solicita ajuda verbalmente, quando necessita.
Explica coisas aos adultos e às crianças da sala.
Permanece por mais tempo no canto de leitura.
Participa da escuta de textos literários, demonstrando mais interesse.
Realiza comentários a respeito de suas explorações, por exemplo: pergunta o que é isto, antecipa e fala resultados.
Relata experiência das vivências familiares e do cotidiano.
Brinca espontaneamente com poemas, parlendas e adivinhas.
Conta histórias conhecidas.
Ouve histórias com atenção.
Reconta histórias com coerência.
Aprecia a leitura feita pelo professor.
Participa de situações de leitura de pequenas histórias infantis.
Reconta histórias atentamente.
Lê livros (leitura de imagens).
Seleciona livros intuitivamente, de acordo com o seu interesse.
Identifica a letra inicial do seu nome.
Conhece as letras do alfabeto.
Descreve figuras simples.
Utiliza o pronome “Eu” e “você”.
Identifica o seu nome associado ao símbolo.
Identifica o nome dos colegas associados aos símbolos.
Imita a escrita e símbolos.
Identifica letras do nome.
Articula frases com várias palavras.
Movimento
É ativo e curioso.
Caminha com segurança.
Anda como adulto.
Alterna os pés pára descer e subir.
Levanta-se sozinho.
Diverte-se com atividades de movimento.
É capaz de trepar e escorregar.
É capaz de subir ou descer alguns degraus.
Consegue girar o pulso (abrir, fechar, tampar, destampar etc.).

Explora de forma voluntária os objetos, integra ação de colocar e tirar, sacode, manipula diferentes objetos.
Demonstra agilidade em seus movimentos.
Percebe distintas ações, combina e inventa outras com os objetos, para um determinado fim.
Avança em atividades de experimentação, encaixa, enrosca, abre peças, empilha, atravessa, enfia.
 Seus movimentos avançam em segurança e agilidade.
Sobe e desce degraus.
Consegue saltar longe e em profundidade.
Aceita novos desafios.
Caminha levando objetos.
Constrói torre com blocos.
Constrói ponte com blocos.
Pula de altura pequena com os pés unidos.
Anda na ponta dos pés.
Abotoa.
Música
Reconhece as canções trabalhadas e participa com mímicas e movimentos.
Canta músicas inteiras.
Acompanha o som produzido pelo adulto através de observação, imitação ou realização de movimentos próprios.
Segue o ritmo que escuta.
Produz sons com o próprio corpo, com brinquedos e objetos sonoros.
Alia gestos às músicas.
Reage aos diferentes sons que os materiais produzem.
Gosta de escutar canções e músicas.
Gostar de cantar.
Acompanha o ritmo que escuta.
Canta as canções trabalhadas.
Recorda fragmentos de canções.
Imita e produz diferentes ruídos e sons musicais com objetos ou instrumentos.
Diferencia som e silêncio.
Conhece instrumentos musicais.
Formação Pessoal e Social
Atende às solicitações.
Mostra-se confiante, segura e interessada frente à proposta de experimentação.
Busca brincadeiras de afeto.
Ajuda nas tarefas do adulto.
Antecipa algumas situações cotidianas frente à presença de objetos, gestos e sons.
Reconhece os companheiros da sala. Chama-os pelo nome.
Manifesta interesse e iniciativa para comunicar-se com outras pessoas.
Conhece as potencialidades e limites do próprio corpo.
Jogos e Brincadeiras
Demonstra preferência por jogos e brincadeiras.
Faz uso funcional de objetos em suas brincadeiras: dá comida para boneca, usa chapéu, usa pente e outros.
É persistente em seus jogos e brincadeiras.
Tem iniciativa para brincar.
Imita sons no desenvolvimento de seus jogos e brincadeiras.
Interage com o educador e companheiros nos jogos e brincadeiras.
Observa e imita crianças e adultos. Explora e brinca com o seu corpo.
Começa a partilhar os materiais e brinquedos.
Elege companheiros para os seus jogos e brincadeiras.
Apesar de gostar da companhia de outra criança, brinca sozinha.
Demonstra interesse em aprender novos jogos.
Inclui novos objetos em suas brincadeiras.
Aumenta cada vez mais seu tempo de participação e concentração nos jogos e brincadeiras.
Brinca espontaneamente nos cantinhos de jogos simbólicos.
Participa de jogos dirigidos.
Representa papéis sociais através dos jogos simbólicos.
Mantém atenção de 20 a 25 minutos.
Dá vida aos objetos e conversa com eles.
Gosta de brincar com fantoches e sucatas.
Artes Visuais
Demonstra curiosidade e interesse pelas atividades de artes.
Gosta de desenhar.
Sente prazer nas atividades com água, areia, massa de modelar e tintas espessas.
Discrimina diferentes sensações, a partir da manipulação e experimentação de materiais de arte.
Utiliza diferentes materiais para produzir marcas gráficas.
Explora os efeitos da sua ação em tintas espessas e massinhas caseiras.
Reconhe cores em imagens, objetos e na natureza.
Percebe texturas táteis.  Apresenta um objeto concreto por meio de uma imagem gráfica (garatuja nomeada).
Começa dar forma ao desenho da figura humana (esquema céfalo-caudal).
Copia linha ondulada.
Traça linha vertical.
Copia um círculo.
Improvisa situações e personagens através de bonecos, brinquedos e objetos.
Matemática
Compreende conceitos: dentro/fora. Identifica números em objetos e brinquedos como: telefone, relógio, máquina de calcular etc.
Conta os objetos de que faz uso, mesmo sem representar uma ordem numérica.
Realiza a contagem em músicas, parlendas e versinhos (1,2, feijão com arroz... 123 indiozinhos)
Conta oralmente objetos agrupados de diferentes formas, como palitos, tampinhas, canudos etc.
Classifica os objetos pela cor, tamanho ou forma.
Ordena diferentes objetos da mesma classe.
Apresenta noções de posição (ao lado, abaixo, em cima, atrás,) em situações cotidianas.
Situa-se no espaço e localiza-se de acordo com indicações de distância no ambiente escolar: perto/longe; próximo/distante.
Manuseia materiais alternativos (sucatas, jogos, blocos e brinquedos) observando suas possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar, encaixar etc.
Apresenta noções de espessura: fino/grosso.
Separa objetos pela cor, tamanho, forma.
Identifica figuras geométricas simples.
Identifica características opostas das grandezas e objetos: grande/pequeno, longe/perto, muito/pouco. Comprido/curto, quente/frio, cheio/vazio, aberto/fechado.
Compara alturas: mais alto/mais baixo.
Compreende o hoje.
Monta quebra-cabeça de 3 peças.
Faz comparação de figuras por tamanho.
Separa objetos por cor.
Distingue dia e noite.
Conta oralmente de 0 a20.
Natureza e Sociedade
Mostra-se observadora e faz perguntas sobre os objetos, as situações, as pessoas e os fenômenos.
Observa fenômenos e elementos da natureza presentes no dia a dia.
Gosta de falar das experiências vividas no ambiente familiar.
Descreve lugares e pessoas.
Nomeia e reconhece alguns animais.
Gosta de cuidar de animais e plantas.
Conhece as características de alguns animais.
Identifica lugares e outros elementos existentes no trajeto casa-escola: praça, comércio, praças etc.
Tem atitudes de cuidados com o meio ambiente em relação ao destino do lixo, preservação e cuidados para evitar o desperdício de materiais.
Conhece objetos e materiais como: máquinas, carros, ferramentas, instrumentos musicais, brinquedos, eletrodomésticos, construções, meios de transporte ou de comunicação etc.
Reconhece as suas características físicas (cor dos olhos, cabelos, pele etc).
Identifica semelhanças e diferenças entre as suas características físicas e as de outras pessoas.
Lista hábitos de higiene.
Aplica hábitos de higiene no ambiente escolar.
Conhece algumas plantas.
Demonstra respeito pelos animais e demais seres vivos.
Acrescenta perna e braço de desenho incompleto de uma pessoa.
Percebe a diferença sexual.
Reconhece as divisões da casa.
Nomeia frutos e alimentos.
Nomeia e identifica os elementos principais da família.